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MensagemAssunto: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 14 Nov - 12:33

Aleister Crowley

Nascido Edward Alexander Crowley (Warwickshire, Reino Unido, 12 de outubro de 1875 – Hastings, Reino Unido, 1 de dezembro de 1947), foi um polêmico ocultista britânico, conhecido por suas posturas controversas, pelo tarô que leva seu nome e pela criação da doutrina de Thelema.

Na última hora do dia 12 de outubro de 1875, em Leamington Spa, Warwickshire, Inglaterra, nascia Edward Alexander Crowley.(1)

Sua infância esteve marcada por rígidos padrões de comportamento impostos por seus pais, Edward Crowley e Emily Bishop, ativos membros de uma extremada seita Cristã chamada Irmandade de Plymonth (fundada por John N. Darby). Seu pai, um rico cervejeiro aposentado, e fanático Irmão de Plymonth, fez com que Crowley, ainda criança, freqüentasse a sua seita, forçando-o a diversas leituras da Bíblia Cristã e acostumando-o à vida religiosa da Irmandade. Este fato, muito embora viesse ser de grande valia bem mais tarde, quando da compreensão dos Mistérios com os quais esteve em contato, naquele momento apenas fez nascer na criança que se formava, uma intensa repulsa quanto a dogmas, em espécie aqueles de natureza "cristã".

Seus últimos anos, a partir de 1945, são vividos em Hastings, onde uma série de novos discípulos continuam recebendo instruções. E assim Kenneth Grant, John Symonds, Grady McMurty, conhecem a Besta. Desta época, vem sua última obra, consistindo numa coletânea de cartas dirigidas a uma jovem discípula, que foram publicadas bem mais tarde, após a sua morte, como Magick Without Tears.

No primeiro dia de dezembro de 1947, aos 72 anos, Aleister Crowley, serenamente segundo alguns, exultante segundo outros, e ainda perplexo, segundo terceiros, falece, vítima de bronquite crônica e complicações cardíacas.

Quatro dias depois, no crematório de Brighton, assistido por um reduzido número de admiradores e discípulos, é realizada a cerimônia que ficou conhecida como "O Último Ritual", com a leitura de trechos da Missa Gnóstica, e de seu maravilhoso Hino a Pã.

Realizara-se, assim, a última vontade da Besta.









Última edição por Guest Ansur em Sab 21 Nov - 1:22, editado 2 vezes
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Olaf Azmun-Biköh



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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 14 Nov - 13:22

Também Bruce Dickinson é fã do trabalho de Aleister Crowley, como se pode ver pela letra desta música de Iron Maiden (das minhas favoritas):


_________________
Put yourself at stick.
http://www.myspace.com/godofekeios
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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 14 Nov - 13:32

Núcleo de Estudos Religião e Sociedade – Pontifícia Universidade Católica – SP ISSN 1981-156X
Aleister Crowley e a contracultura
Vitor Cei Santos
Mestrando em Letras
Universidade Federal do Espírito Santo
Resumo
O objetivo deste artigo é discutir a doutrina do Novo Aeon de Aleister Crowley,
refletindo sobre sua constituição histórica, seus valores e conseqüências para a sociedade pósmoderna.
O ocultista inglês foi um escritor mítico e controvertido, poeta da liberdade irrestrita
e da vontade como máxima soberana, além de defensor do uso de sexo e drogas para fins
mágicos. O seu discurso esotérico impulsionou trajetórias existenciais de grande força
contestatória, tornando-o guru da contracultura.
Palavras-chave: Contracultura. Pós-modernidade.

Aleister Crowley (1875 -1947), mago, poeta e escritor ocultista inglês, foi um dos
principais ícones da contracultura. A sua doutrina do Novo Aeon, indo ao encontro da
necessidade de contestação dos rebeldes, ganhou força nos movimentos contraculturais da
década de 1960 que anunciavam a era astrológica de Aquário, pela qual os jovens ansiavam e
tentavam materializar em comunidades alternativas.
Reza a lenda que Crowley, em 1904, durante sua viagem de lua-de-mel ao Cairo, no
Egito, teria psicografado o famoso “Livro da Lei”, Líber AL vel Legis (CROWLEY, 1999), da
entidade espiritual autodenominada Aiwass, um mensageiro dos deuses do Novo Aeon e
santo-anjo guardião do mago. A data em que a obra teria sido ditada corresponderia ao
advento da nova era.
Revista Nures no 12 – Maio/Agosto 2009 – http://www.pucsp.br/revistanures
Núcleo de Estudos Religião e Sociedade – Pontifícia Universidade Católica – SP ISSN 1981-156X
Aeon é uma palavra latina que apresenta os sentidos de era, tempo, geração ou
eternidade. Sua origem etimológica é a palavra grega Aion, que por sua vez é derivada de aei,
“sempre”. Aion, um dos conceitos gregos de tempo, se reveste de diversos sentidos: tempo,
duração da vida, vida, eternidade, idade, geração e século (PEREIRA, 1998). A palavra pode
se referir tanto ao período que a pessoa já viveu, quanto ao período que ainda viverá. Pode
significar, ainda, tanto o passado obscuro e distante quanto o futuro longínquo.
O ocultista Lon Milo DuQuette (2007) explica que cada Aeon é caracterizado por uma
fórmula mágica, que consiste no enunciado de como os fatos e as teorias cosmológicas são
percebidos, podendo tomar a forma de axiomas ou conjuntos de símbolos que aumentariam a
capacidade dos indivíduos de perceberem a si mesmos e ao universo.
Crowley reconhecia nos deuses egípcios Ísis, Osíris e Hórus (mãe, pai e filho) as
fórmulas mágicas características das três últimas eras. O Aeon de Ísis, a fórmula da Grande
Deusa, teria começado aproximadamente em 2400 a.C., data que também marcaria o começo
da era astrológica de Áries. O período seria marcado pelo matriarcalismo, em que a natureza
era percebida como um processo contínuo de crescimento espontâneo e as mulheres eram
vistas como fontes da vida.
O Aeon de Osíris marcou o fim do matriarcalismo e o início do patriarcalismo.
Quando se tornou conhecido que sem o sêmem do homem a mulher permaneceria estéril,
aconteceu uma revolução na consciência de gênero e organização social: a Grande Deusa
assumiu o lugar de esposa do Deus Pai. A fórmula patriarcal osiriana se cristalizou como o
mito central de incontáveis culturas e civilizações, continuando a dominar até hoje a vida
espiritual e sociocultural da maior parte da humanidade.
Na primeira metade do século XX, as forças de Osíris promoveram uma aliança entre
a razão instrumental e o mercado mundial em crescente expansão, destruindo todas as
barreiras morais existentes, gerando duas barbáries de impacto planetário: a I e a II Guerras
Mundiais. Dois locais, um polonês e outro japonês, simbolizam o terror da época: o campo de
concentração de Auschwitz e a cidade de Hiroshima, o holocausto e a bomba atômica. A
barbárie colocou em cheque o Velho Aeon. A razão, que pretendia abolir o irracional, tornouse
ela mesma uma irracionalidade opressora e destrutiva.
No período pós-guerra, uma nova racionalidade se manifestou a partir da influência do
Aeon de Hórus, a fórmula mágica da criança coroada e conquistadora que reconcilia e
transcende a fórmula das duas eras que o antecederam. Como reações à tradição, diversas
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transformações afetaram as sociedades, as religiões, as ciências, a literatura, as artes e a
filosofia. O mundo pós-guerra, globalizado, contemporâneo, passou a ser chamado de pósmoderno.
A pós-modernidade, quando adota esse nome, demonstra uma vontade de exaustão
e superação do moderno. Umbilicalmente ligada à modernidade, a pós-modernidade ganha
expressão própria se posicionando contra os velhos valores. Desde então, começa uma reação
contra as conseqüências nefastas do projeto osiriano.
Marcados por uma cosmovisão predominante, os Aeons não são períodos estanques.
Ou seja, o iniciar de uma era não significa o fim das anteriores e sim sua perda de influência.
Dessa forma ainda se encontra o pensamento das eras anteriores no decorrer do tempo. Nesse
sentido, desde o século XX vem acontecendo um combate entre as forças dos Aeons de Osíris
e de Hórus, o pai autoritário contra o filho rebelde. Tal embate tem como marco os
movimentos contraculturais das décadas de 1960, que buscaram suplantar os velhos valores.
A contracultura adotou entusiasticamente a bandeira do pós-modernismo.
Jean-François Lyotard (2002) ensina que, na condição pós-moderna, o tripé das
autoridades modernas – Pai, Ciência e Ética – perde legitimidade. O pater, autoridade na
família e no Estado, é destronado, a ciência passa a dividir seu espaço com práticas do tipo
esotérico e a ética universal impositiva é substituída pelo pluralismo normativo.
Nesse contexto, a formação de grupos e ordens iniciáticas, esotéricas, era uma forma
comum de reunir pessoas com idéias transgressoras. As comunidades alternativas, divulgadas
por ícones contraculturais brasileiros e internacionais, como Raul Seixas (Sociedade
Alternativa) e John Lennon (New Utopian), estariam integradas a um circuito em interação
com outros circuitos (políticos, religiosos, esotéricos, terapêuticos e ecológicos), compondo
uma rede de adeptos cuja proposta é pensar globalmente e agir localmente.
É dentro dessa perspectiva, aponta Fredric Jameson (2002), que os impulsos utópicos
contraculturais não se unificaram, mas produziram uma descentralização global, com a
institucionalização em pequenos grupos que gerou uma série relevante de movimentos
micropolíticos independentes, cujos denominadores comuns são diversas formas alternativas
de vida, anticapitalistas e contraculturais.
O movimento contracultural, globalizado, com adeptos em todo o planeta, defenderia
a preparação espiritual para o ingresso na nova era, mais conhecida como Era de Aquário. A
canção “Aquarius”, do musical Hair (1979), é emblemática:
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Quando a lua estiver na sétima casa
E Júpiter alinhar-se com Marte
Então a paz guiará os planetas
E o amor conduzirá as estrelas
Esta é a aurora da Era de Aquário
Era de Aquário
Aquário
Aquário
Harmonia e compreensão
Solidariedade e confiança em fartura
Sem mais falsidades ou zombarias
Vívidos e dourados sonhos de visões
Revelação do cristal místico
E a legítima libertação da mente
Aquário
Aquário
DuQuette (2007) explica que o grande ano astrológico dura aproximadamente 26 mil
anos e é dividido em 12 eras (éons) de cerca de 2.166 anos, cada uma correspondendo a um
dos doze signos do zodíaco. Nesse sentido, a Era de Aquário, o Novo Aeon Mágico, é a
sucessora da Era de Peixes, que foi antecedida pela de Áries e assim por diante.
Leila Marrach Basto de Albuquerque (2001) afirma que a doutrina da Era de Aquário
mistura astrologia, cálculos matemáticos, figuras geométricas e coordenadas astronômicas
com reflexões de cunho filosófico e esotérico, sem deixar de sugerir técnicas para previsão e
controle de contingências da vida, dissolvendo as fronteiras entre magia, religião, ciência e
filosofia:
A aproximação do fim do milênio estimulou a expectativa do advento de uma Nova
Era, regida pelo signo de Aquário. Ancorada na Astrologia, que aos poucos vai
ganhando mais espaço no espectro de fontes inspiradoras da cultura alternativa, a
Nova Era espera a realização de todas as integrações de que o presente se ressente:
dos homens entre si, do homem no cosmo, do homem com a natureza, de todos os
povos, de todos os saberes, de todas as ciências, de todas as religiões
(ALBUQUERQUE, 2001, p. 120).
A contracultura, adepta da religiosidade da Nova Era, procura preencher as lacunas
deixadas pelas instituições estabelecidas, que não conseguiram concretizar o projeto
iluminista de “igualdade, liberdade e fraternidade”. Ela se apresenta como alternativa que
procura corresponder às necessidades para as quais as instituições tradicionais se
manifestaram incapazes. Rejeitando a modernidade e os valores da cultura ocidental, a
contracultura celebra os valores femininos e resgata antigas religiões e crenças, na maioria das
vezes de maneira descompromissada com as bases das mesmas.
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Os adeptos da Era de Aquário, negando qualquer autoridade, reconhecem apenas a
soberania espiritual de sua própria experiência interior, buscando a chave das
correspondências entre todos os elementos do universo de modo que cada indivíduo possa
estar em perfeita harmonia com os outros seres humanos e com o cosmos. Nesse sentido, a
doutrina de Crowley tem afinidade com a religiosidade aquariana.
O escritor inglês foi um poeta da liberdade irrestrita e da vontade como máxima
soberana, além de defensor do uso de sexo e drogas para fins mágicos. Foi partidário de um
individualismo extremista, apregoando a autonomia individual na busca da liberdade e
satisfação das inclinações naturais, em detrimento da hegemonia da coletividade massificada
e despersonalizada. Sua magia condena todas as formas de poder e autoridade que restrinjam
a soberania e a liberdade absoluta do indivíduo.
A doutrina individualista do mago pode ser resumida na máxima “Faze o que tu
queres deverá ser o todo da Lei!” (CROWLEY, 1999, p. 6). Esta é a Lei de Thelema, palavra
grega que pode ser traduzida por vontade ou desejo. Etimologicamente, aproxima-se de theós,
o divino, e de thélgo, “encantar magicamente” (PEREIRA, 1998, p. 263). Para a doutrina
thelemita, a sua máxima, longe de ser apenas um bordão, consiste na fórmula mágica do
Novo Aeon.
A Lei de Thelema não deve ser interpretada como uma licença para a realização de
qualquer capricho individual, mas sim como uma missão divina de se encontrar sua
verdadeira vontade, o propósito da vida de cada um, permitindo que todos possam percorrer
seu autêntico caminho individual. A compreensão e aceitação da Lei de Thelema é o que
define um thelemita, que tem na descoberta de sua verdadeira vontade sua maior motivação.
O Liber Oz (CROWLEY, 2009) é um manifesto que resume os preceitos da Lei de Thelema e
serve como declaração thelêmica dos direitos da humanidade no Novo Aeon:
"A Lei do Forte: Essa é a nossa lei e a alegria do mundo." (AL 2.21)
"Faze o que queres, há de ser tudo da Lei." (AL 1.40)
"Não tens direito fora fazer o que queres. Faz isto, e ninguém dirá não." (AL 1.42-3)
"Todo homem e toda mulher é uma estrela." (AL 1.3)
NÃO HÁ DEUS ALÉM DO HOMEM
1- O homem tem o direito de viver pela sua própria lei
de viver da maneira que ele quiser;
de trabalhar como ele quiser;
de brincar como ele quiser;
de descansar como ele quiser;
de morrer quando e como ele quiser.
2- O homem tem o direito de comer o que ele quiser
de beber o que ele quiser;
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de se abrigar onde quiser;
de se mover como queira na face da Terra.
3- O homem tem o direito de pensar o que ele quiser
de falar o que ele quiser;
de escrever o que ele quiser;
de desenhar, pintar, esculpir, gravar, moldar, construir como ele quiser;
de vestir-se como quiser.
4- O homem tem o direito de amar como ele quiser
"Pegai vosso quinhão e vontade de amor como vós quiserdes, quando, onde e com
quem quiserdes." (AL 1.51)
5- O homem tem o direito de matar aqueles que possam frustrar esses direitos
"Os escravos servirão." (AL 2.58)
"Amor é a lei, amor sob vontade." (AL 1.57).
Crowley anuncia uma era de liberdade irrestrita para o ser humano. Homens e
mulheres, alcançando a sua harmonia com o próprio Universo, estariam capacitados a assumir
seu status divino e realizar as suas verdadeiras vontades. Em vez de esperar que um poder
transcendente justifique o mundo, o homem tem de dar sentido à própria vida. A vontade de
toda pessoa já estaria em perfeita harmonia com a vontade divina, constituindo uma única e
mesma vontade. Assim, a única fonte de orientação espiritual confiável em todo o universo
seríamos nós mesmos. O indivíduo, não Deus, passa a ser o centro do Universo, explica
DuQuette (2007).
Os autênticos thelemitas buscam um caminho individual, anárquico, fazendo uso de
simbologias singulares. Se "todo homem e toda mulher é uma estrela", cada um deve exercer
sua autêntica vontade, encontrando sua própria órbita. Com o livre desenvolvimento de cada
um sendo a condição do livre desenvolvimento de todos, os astros farão sua trajetória uns em
torno dos outros.
Em contrapartida, os “escravos”, isto é, os resignados, impotentes, esperam que um
poder exterior (seja Deus ou o Estado) justifique o mundo, obedecendo às vontades alheias
em detrimento de suas vontades individuais. Assim, permanecem sem questionar os valores e
costumes tradicionais, submetendo-se servilmente às autoridades e instituições estabelecidas.
A Lei de Thelema emerge da crença na inutilidade das lutas no campo políticoinstitucional,
pois redundariam sempre em alguma forma de opressão ao indivíduo. A
transformação social viável para resolver os problemas do homem dentro da sociedade só
poderia ser alcançada na medida em que cada um pense por si próprio, suprimindo todas as
formas de autoridade estabelecidas, tendo em vista a realização dos desejos individuais. Nesse
sentido, uma possível revolução contracultural seria fruto da organização coletiva das
vontades individuais.
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A obra de Aleister Crowley é reveladora do discurso contracultural, em que loucura e
drogas, urbanidade e ecologia, paranóia e violência, religião e ocultismo, amor e ódio, foram
o pano de fundo de uma experiência múltipla e contraditória. Com seu discurso do corpo, da
festa, da droga e da busca de novas formas de percepção, a contracultura impulsionou
trajetórias existenciais de grande força contestatória. A idéia de estar entrando em uma nova
era, com todo o misticismo que isso agrega, representou a possibilidade de escapar à
racionalidade violenta e sufocante do mundo em que vivemos.
Referências
ALBUQUERQUE, Leila Marrach Basto de. Oriente: fonte de uma geografia imaginária.
Revista de Estudos da Religião - REVER. Pós-graduação em Ciências da Religião - PUC-SP.
N. 3, Ano 1, 2001. Disponível em: <http://www.pucsp.br/rever>. Acesso em: 5 Abr. 2007.
CROWLEY, Aleister. Liber AL vel Legis. Trad. Marisol A. Seabra. [s.l.]: Ordo Templi
Orientis, 1999. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br>. Acesso em: 6 Abr.
2007.
______. Liber Oz. [s.l.]: Ordo Templi Orientis Internacional, 2009. Disponível em:
<http://www.ordotempliorientisbrasil.org>. Acesso em: 4 Jan. 2009.
DUQUETTE, Lon Milo. A Magia de Aleister Crowley: um manual dos rituais de thelema.
Trad. Carlos Raposo. São Paulo: Madras, 2007.
HAIR. Direção: Milos Forman. [S.l.]: Metro Goldwyn-Mayer Studios, 1979. 1 DVD.
JAMESON, Fredric. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. Trad. Maria
Elisa Cevasco. São Paulo: Ática, 2002.
LYOTARD, Jean-François. A condição pós-moderna. Trad. Ricardo Corrêa Barbosa. Rio de
Janeiro: José Olympio, 2002.
PEREIRA, Isidro. Dicionário grego-português e português grego. Braga: Apostolado da
Imprensa, 1998.
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Shades



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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sex 20 Nov - 16:18

E "amigo" do nosso Fernando Pessoa.
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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sex 20 Nov - 16:29

Shades escreveu:
E "amigo" do nosso Fernando Pessoa.

Yap!
Conheçes a tal história da boca do inferno?
O Pessoa é de linha branca, o outro de linha negra e cinza.
Mas o pessoa não o via com "bons olhos"; embora tenha traduzido para Português algumas coisas - o Hino a pã por ex.
Pã demónio! Muito Feliz
Mas isto não é coisa que seja motivo para grandes dor de carola.
É show! must go on...
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Shades



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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sex 20 Nov - 16:40

Guest Ansur escreveu:
Shades escreveu:
E "amigo" do nosso Fernando Pessoa.

Yap!
Conheçes a tal história da boca do inferno?
O Pessoa é de linha branca, o outro de linha negra e cinza.
Mas o pessoa não o via com "bons olhos"; embora tenha traduzido para Português algumas coisas - o Hino a pã por ex.
Pã demónio! Muito Feliz
Mas isto não é coisa que seja motivo para grandes dor de carola.
É show! must go on...


Conheço, mas muito vago...já que falas nisso aqui fica o link para os mais interessados..

http://lusophia.portugalis.com/forum/forum_posts.asp?TID=35&PN=1
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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sex 20 Nov - 16:50

Shades escreveu:
Guest Ansur escreveu:
Shades escreveu:
E "amigo" do nosso Fernando Pessoa.

Yap!
Conheçes a tal história da boca do inferno?
O Pessoa é de linha branca, o outro de linha negra e cinza.
Mas o pessoa não o via com "bons olhos"; embora tenha traduzido para Português algumas coisas - o Hino a pã por ex.
Pã demónio! Muito Feliz
Mas isto não é coisa que seja motivo para grandes dor de carola.
É show! must go on...


Conheço, mas muito vago...já que falas nisso aqui fica o link para os mais interessados..

http://lusophia.portugalis.com/forum/forum_posts.asp?TID=35&PN=1


Acho que está ai tudo o que é importante acerca deste assunto.
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MensagemAssunto: William S. Burroughs   Sab 21 Nov - 1:26

William S. Burroughs

William Seward Burroughs II (5 de fevereiro de 1914 – 2 de agosto de 1997) foi um escritor, pintor e crítico social nascido nos Estados Unidos da América.

A sua obra mais conhecida é Almoço Nu (Naked Lunch)seguida de junkie. Grande parte de sua obra, de atmosfera fantástica e grotesca, tem caráter autobiográfico. Apesar de fazer parte da chamada geração beat, seus livros têm pouco em comum com o restante desses autores, já que a linguagem utilizada provém de fluxos de consciência durante o uso de alucinógenos. Homossexual depois da morte acidental da esposa causada por um disparo com arma de fogo. Foi um dos pioneiros da literatura experimental, tanto no universo léxico escatológico, urbano, comum e absurdo como no consumo de drogas para produção subjetiva de textos.





Burroughs no dia do seu 69.º aniversário, em 1983


Considerado por alguns como “o maior escritor satírico desde Jonathan Swift” (Jack Kerouac), ou ainda como “o fora-da-lei da literatura” 1, Burroughs foi uma coisa com certeza, um dos maiores escritores da chamada geração “Beat” (ou “beatnik”) que inaugurou uma nova maneira de escrever (foi ele quem popularizou a técnica do “cut up” inventada por um grande amigo seu Brion Gysin, e ele também quem inventou o termo “heavy–metal”).
William Seward Burroughs nasceu em St. Louis, Missouri (EUA), em cinco de fevereiro de 1914. Seu pai oi fundador da Burroughs Adding Machine Co. e seu avô foi inventor do mecanismo da calculadora.
Burroughs estudou em uma escola para garotos no México (em Los Alamos – a escola onde ele estudou no México, seria usada durante a II Guerra Mundial para o projeto Manhattan) e, mais tarde graduou-se em Harvard em 1936.
Durante um período Burroughs foi morar na Alemanha onde pretendia estudar medicina e onde conheceu Ilse Herzfeld Klaper, uma judia alemã. William acabou casando-se com Ilse para que ela pudesse ir morar nos EUA visto que o nazismo começava a tomar conta da Alemanha. Ambos tornaram-se muito amigos e tinham o costume de almoçar quase sempre juntos, mas jamais chegaram a viver como marido e mulher e Burroughs acabou se separando oficialmente dela na década de 40 quando se casou com Joan Vollmer.
Talvez tenha sido nesta época, em que esteve em contato com o nazismo de Hitler na Alemanha, que ele tenha começado a se interessar pelos mecanismos de controle do Estado sobre seus cidadãos, umas das problemáticas que permeiam sua obra e sobre a qual escreveria: “Desde o começo eu tenho me preocupado, enquanto escritor, com o vício em si (seja a droga, sexo, dinheiro, ou poder) como um modelo de controle,…”.
Aliás de vícios Burroughs entendia. Seu estilo de vida, totalmente incomum para a época (Burroughs era homossexual e viciado em morfina), foi o que fez com que ele se tornasse um ícone da cultura beat.
Ao morar em Chicago, Burrougs conheceu Lucien Carr (que mais tarde seria pai de Caleb Carr, autor de “The Alienist”) e David Kammerer que teve um papel fundamental na vida de Burroughs, pois foi através dele que Burroughs conheceu (este sim) o pai da cultura beat, Jack Kerouac. Foi Kerouac também, o primeiro a incentivar Burroughs a escrever.
Em 1951, Joan, a esposa de Burroughs, foi morta por acidente por ele mesmo que alegou na época que eles estavam “brincando” de reproduzir a cena de Guilherme Tell – em que ele deve acertar uma flecha na maçã sobre a cabeça de seu filho, só que no lugar da maçã haviam colocado um copo na cabeça de Joan e no lugar do arco e flecha, um revólver. E (apenas um detalhe…) estavam bêbados…
Em 1956 Burroughs escreveu uma carta ao Dr. John Dent, médico e pesquisador sobre o vício em drogas, onde relatava à ele todas as suas experiências com o uso de diversas drogas (opiáceas, estimulantes, cannabis, alucinógenos, álcool, e outras) e que acabou se tornando o início de seu livro de maior sucesso “Naked Lunch” (Almoço Nu) publicado em 1959. “Almoço Nu” foi escrito durante as viagens de Burroughs pela América Latina e depois de pelo Marrocos, após a morte de sua esposa Ilse. Foi durante estas viagens pelas Américas que Burroughs conheceu o peyote.
“Almoço Nu” chegou a ser proibido nos EUA por ser considerado um livro obsceno, mas depois de um tempo ele acabou sendo reconhecido como uma importante obra literária.
William Burroughs morreu em 1997 de um ataque cardíaco como uma das figuras mais influentes da contracultura.

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Para Bellum



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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 21 Nov - 14:07

Os Serial Killers também são referidos em várias musicas.



Esta música de Slayer é inspirada no serial killer Ed Gein.

_________________
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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 21 Nov - 15:01

Para Bellum escreveu:
Os Serial Killers também são referidos em várias musicas.



Esta música de Slayer é inspirada no serial killer Ed Gein.


Para Belum.
Eu aqui estou só a colocar personalidades que deram contributo para o Metal. Epá não são própriamente assassinos.
Não estou a tratar de pessoas ou coisas que são inspiração para temas.
Mas eu entendo o que tu queres dizer.

´tás na boa. Sempre.
Mas ouve lá.
Tive uma ideia...acho que nunca vi ai um tópico teu. Não vi bem se calhar.
Cria ai um tópico que se refira a este tipo de coisas; não só serial killers; mas há vários tipos de temas que servem de inspiração para muitas canções ou até a trabalhos completas ou conjuntos de trabalhos. Olha o exemplo de Nile. Só como exemplo.
Começa ai a investigar vais vêr que vais começar a curtir cena.

Mas essa canção de Slayer também é uma das minhas preferidas.
E podes intervir sempre que quiseres. Alíás todos; as vezes dá-me a ideia que ficam todos acanhados ultimamente.
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Para Bellum



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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 21 Nov - 15:59

Guest Ansur escreveu:
Para Bellum escreveu:
Os Serial Killers também são referidos em várias musicas.



Esta música de Slayer é inspirada no serial killer Ed Gein.


Para Belum.
Eu aqui estou só a colocar personalidades que deram contributo para o Metal. Epá não são própriamente assassinos.
Não estou a tratar de pessoas ou coisas que são inspiração para temas.
Mas eu entendo o que tu queres dizer.

´tás na boa. Sempre.
Mas ouve lá.
Tive uma ideia...acho que nunca vi ai um tópico teu. Não vi bem se calhar.
Cria ai um tópico que se refira a este tipo de coisas; não só serial killers; mas há vários tipos de temas que servem de inspiração para muitas canções ou até a trabalhos completas ou conjuntos de trabalhos. Olha o exemplo de Nile. Só como exemplo.
Começa ai a investigar vais vêr que vais começar a curtir cena.

Mas essa canção de Slayer também é uma das minhas preferidas.
E podes intervir sempre que quiseres. Alíás todos; as vezes dá-me a ideia que ficam todos acanhados ultimamente.


O que não faltam aí são tópicos meus, basta procurares já ando aqui há mais de um ano...
O Aleister que eu saiba não era musico e nem tocava Metal por isso como pode ter dado o seu contributo? Ele serviu de inspiração para as musicas assim como deram os assassinos.

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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 21 Nov - 16:09

Guest Ansur escreveu:
Para Bellum escreveu:
Os Serial Killers também são referidos em várias musicas.



Esta música de Slayer é inspirada no serial killer Ed Gein.


Para Belum.
Eu aqui estou só a colocar personalidades que deram contributo para o Metal. Epá não são própriamente assassinos.
Não estou a tratar de pessoas ou coisas que são inspiração para temas.
Mas eu entendo o que tu queres dizer.

´tás na boa. Sempre.
Mas ouve lá.
Tive uma ideia...acho que nunca vi ai um tópico teu. Não vi bem se calhar.
Cria ai um tópico que se refira a este tipo de coisas; não só serial killers; mas há vários tipos de temas que servem de inspiração para muitas canções ou até a trabalhos completas ou conjuntos de trabalhos. Olha o exemplo de Nile. Só como exemplo.
Começa ai a investigar vais vêr que vais começar a curtir cena.

Mas essa canção de Slayer também é uma das minhas preferidas.
E podes intervir sempre que quiseres. Alíás todos; as vezes dá-me a ideia que ficam todos acanhados ultimamente.








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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 21 Nov - 16:12

Eu conheço bem a historia do Ed.

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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 21 Nov - 16:23

Para Bellum escreveu:
Guest Ansur escreveu:
Para Bellum escreveu:
Os Serial Killers também são referidos em várias musicas.



Esta música de Slayer é inspirada no serial killer Ed Gein.


Para Belum.
Eu aqui estou só a colocar personalidades que deram contributo para o Metal. Epá não são própriamente assassinos.
Não estou a tratar de pessoas ou coisas que são inspiração para temas.
Mas eu entendo o que tu queres dizer.

´tás na boa. Sempre.
Mas ouve lá.
Tive uma ideia...acho que nunca vi ai um tópico teu. Não vi bem se calhar.
Cria ai um tópico que se refira a este tipo de coisas; não só serial killers; mas há vários tipos de temas que servem de inspiração para muitas canções ou até a trabalhos completas ou conjuntos de trabalhos. Olha o exemplo de Nile. Só como exemplo.
Começa ai a investigar vais vêr que vais começar a curtir cena.

Mas essa canção de Slayer também é uma das minhas preferidas.
E podes intervir sempre que quiseres. Alíás todos; as vezes dá-me a ideia que ficam todos acanhados ultimamente.


O que não faltam aí são tópicos meus, basta procurares já ando aqui há mais de um ano...
O Aleister que eu saiba não era musico e nem tocava Metal por isso como pode ter dado o seu contributo? Ele serviu de inspiração para as musicas assim como deram os assassinos.


Ok! calma!
E tens toda a razão não era músico.
Só que o metal não é só música - mas também toda um composto estético, filosofico e intelectual que lhe está associado.

E não se expressa só na música e não se esgota nela.
Claro que o Aleister serviu de inspiração para músicas. Por isso também mudei o nome do tópico. Mas esse é até o menor contributo. E quando postei lá o clip do Ozzi foi tão somente um acto denonstrativo disso mesmo. Apresentei apenas. Apresenta o Ozzy. Porque o verdadeiro contributo está espelhado nos textos acima citados. Aqueles que coloquei e o do Shades em particular.


Última edição por Guest Ansur em Sab 21 Nov - 16:45, editado 2 vezes
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MensagemAssunto: Re: PERSONALIDADES RELEVANTES PARA O METAL   Sab 21 Nov - 16:28

Guest Ansur escreveu:
Para Bellum escreveu:
Guest Ansur escreveu:
Para Bellum escreveu:
Os Serial Killers também são referidos em várias musicas.



Esta música de Slayer é inspirada no serial killer Ed Gein.


Para Belum.
Eu aqui estou só a colocar personalidades que deram contributo para o Metal. Epá não são própriamente assassinos.
Não estou a tratar de pessoas ou coisas que são inspiração para temas.
Mas eu entendo o que tu queres dizer.

´tás na boa. Sempre.
Mas ouve lá.
Tive uma ideia...acho que nunca vi ai um tópico teu. Não vi bem se calhar.
Cria ai um tópico que se refira a este tipo de coisas; não só serial killers; mas há vários tipos de temas que servem de inspiração para muitas canções ou até a trabalhos completas ou conjuntos de trabalhos. Olha o exemplo de Nile. Só como exemplo.
Começa ai a investigar vais vêr que vais começar a curtir cena.

Mas essa canção de Slayer também é uma das minhas preferidas.
E podes intervir sempre que quiseres. Alíás todos; as vezes dá-me a ideia que ficam todos acanhados ultimamente.


O que não faltam aí são tópicos meus, basta procurares já ando aqui há mais de um ano...
O Aleister que eu saiba não era musico e nem tocava Metal por isso como pode ter dado o seu contributo? Ele serviu de inspiração para as musicas assim como deram os assassinos.


Ok! calma!
E tens toda a razão não era músico.
Só que o metal não é só música - mas também toda um composto estético, filosofico e intelectual que lhe está associado.

E não se expressa só na música e não se esgota nela.
Claro que o Aleister serviu de inspiração para músicas. Por isso também mudei o nome do tópico. Mas esse é até o menor contributo. E quando postei lá o clip do Ozzi foi tão somente um acto denonstrativo disso mesmo. Apresentei apenas. Apresenta o Ozzy. Porque o verdadeiro contributo está espelhado nos textos acima citados. Aqueles que coloquei e o do Shades em particular.


Sim, eu percebo o que queres dizer e eu estou calmo. lol!
Não quer dizer também que toda a gente que ouça Metal tenha que concordar e reger a sua vida através das ideias de alguém, eu estou-me cagando para isso tudo sou o meu próprio mentor não preciso de me reger pelas ideias de quem quer que seja é muito triste quando alguém não pensa pela própria cabeça.

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